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terça-feira, 8 de setembro de 2009

SÃO PIO DE PIETRELCINA


Herdeiro espiritual de São Francisco de Assis, o Padre Pio de Pietrelcina foi o primeiro sacerdote a ter impresso sobre o seu corpo os estigmas da crucifixão. Ele é conhecido em todo mundo como o "Frei” estigmatizado.
O Padre Pio, a quem Deus deu dons particulares e carismas, se empenhou com todas as suas forças pela salvação das almas. Os muitos testemunhos sobre a grande santidade do Frei chegam até os nossos dias, acompanhados de sentimentos de gratidão. Suas intercessões junto a Deus foram para muitas pessoas causa de cura do corpo e motivo de renovação do espírito.
O Padre Pio de Pietrelcina que se chamava Francesco Forgione, nasceu na Pietrelcina, num pequeno povo da Província de Benevento, em 25 de maio de 1887. Pertencia a uma família humilde tendo como pai Grazio Forgione e a mãe Maria Giuseppa.
Desde muito menino Francesco experimentou em si o desejo de consagrar-se totalmente a Deus. Com apenas cinco anos, viveu já suas primeiras experiências místicas espirituais. Aos dezesseis anos, entrou como clérigo na ordem dos Capuchinhos. Foi ordenado sacerdote na Catedral de Benevento, a 10 de agosto de 1910. Teve assim início sua vida sacerdotal que por causa de suas condições precárias de saúde passou por muitos conventos da província de Benevento. No dia 4 de setembro de 1916 chegou ao convento de San Giovanni Rotondo, sobre o Gargano, onde ficou até 23 de setembro de 1968, dia de seu falecimento.
Iniciava seus dias muito cedo e se dedicava a oração com grande fervor, aproveitando a solidão e silêncio da noite. Visitava diariamente por longas horas a Jesus Sacramentado, preparando-se à Santa Missa, e daí sempre tirou as forças necessárias, para seu grande trabalho com as almas, levando-as até Deus no Sacramento da Confissão.
Na manhã de 20 de setembro de 1918, quando, rezando diante do Crucifixo, o Padre Pio recebeu o presente dos estigmas. As feridas foram visíveis e ficaram abertas, frescas e sangrentas, por meio século. Este fenômeno extraordinário chamou sobre o Padre Pio a atenção dos médicos, dos estudiosos, dos jornalistas, enfim sobre toda a gente comum que, no período de muitas décadas foram a San Giovanni Rotondo para ver o santo frade.


Fonte eletrônica: www.padrepio.catholicwebservices.com/PORTUGUESE/Biografia port.htm

sábado, 1 de agosto de 2009

SÃO JOÃO MARIA VIANEY


João Maria Vianney nasceu em 08 de maio de 1786 em Dardilly, perto de Lion, filho de Mateus e Maria Beluze. Sua infância foi marcada pelos acontecimentos trágicos da revolução francesa. Em 1799, recebeu a Primeira Comunhão clandestinamente em uma casa particular e de sua própria mãe,a instrução religiosa.
A 13 de agosto de 1815, depois de enormes dificuldades, que pareciam insuperáveis por causa dos obstáculos que havia encontrado nos estudos, foi ordenado sacerdote.
Em 1818 João Maria tinha 32 anos e os superiores, pela escassez de sacerdotes, confiaram-lhe a paróquia de Ars, um lugar afastado, onde nenhum sacerdote havia desejado ficar.
Ele lá chegou como um bom filho de São Francisco, humildemente, a pé, como um pobre entre os pobres e logo tentou conquistar aquelas almas. O espírito franciscano que havia assimilado na Ordem Terceira da Penitência, o sustentou e o guiou no ministério pastoral.
Em seu confessionário, onde às vezes sustentou lutas corpo a corpo com o inimigo, permanecia até 18 horas diárias, convertendo- se em uma espécie de altar da misericórdia, onde começaram a acorrer pessoas de todas as partes da França e da Europa.
O Santo Cura D'Ars nunca saiu ao vestíbulo para chamar as pessoas, nem correu pelas ruas para agitar a indiferença dos paroquianos e nunca os reprovou. De joelhos diante do tabernáculo e da imagem da Virgem, permanecia longo tempo em oração, comendo apenas o necessário para viver, dormindo poucas horas durante a noite.
Ainda que detraídos e despreocupados, os paroquianos começaram a acudir e vendo o Pároco ajoelhado, ajoelhavam-se também, e rezavam com ele. Antes de dois anos Ars converteu-se em caminho de peregrinação de todas as partes da França e da Europa.
O sacerdote tardio de inteligência, que no primeiro momento não havia tido licença para exercer o ministério da confissão, converteu-se no confessor dos mais obstinados pecadores, e em Ars encontraram a luz da fé. Os peregrinos iam antes de amanhecer para a igreja.
“Diga-me onde está Ars, e eu lhe indicarei o caminho do céu”, havia dito São João Maria a um pastorzinho antes de chegar à sua paróquia. O caminho do céu ele havia indicado a milhares de almas, e também se mostrou àquele pastorzinho, que poucos dias depois da morte de seu Pároco o alcançou no céu. O Santo morreu em 4 de agosto de 1859, aos 73 anos.

SÃO LOURENÇO


São Lourenço era um dos sete diáconos da Igreja de Roma. Administrava os bens da Igreja e a distribuição das esmolas pelos pobres.
No ano 257, o imperador Valeriano publicou o decreto de perseguição contra os cristãos. Depois de matar o Papa São Sixto II, o imperador mandou chamar São Lourenço a fim de prestar contas dos bens da Igreja.
São Lourenço pediu, então, um prazo, o qual foi o suficiente para reunir os cegos, os coxos, os aleijados, enfermos, crianças e velhos e levou-os diante do imperador.
Indignado, o imperador ordenou que o Amarrasse sobre uma grelha e assasse vivo e lentamente. Em meio aos tormentos mais atrozes, ele conservou o seu “bom humor cristão”. Dizia ao carrasco: “Vira-me, que deste lado já está bem assado... Agora está bom, está bem assado. Podes comer!”.
São Lourenço foi sepultado no cemitério de Ciriaca, em Agro Verão, hoje a Igreja de São Lourenço extramuros, quinta basílica patriarcal de Roma.
Patrono dos Diáconos, seu dia é comemorado em 10 de agosto.